No acordo tripartido subscrito pelo Governo acabou por ficar escrito que 2017 é um ano para "discutir" uma "avaliação integrada e partilhada do quadro laboral, com vista à celebração de um acordo subsequente" dedicado a estas matérias.

O secretário-executivo da UGT, Sérgio Monte considera, aliás, que as propostas poderiam ir mais longe, incluindo a penalização das empresas com mais rotatividade, uma medida que tem sido posta em cima da mesa mas que também não tem data para avançar.

"As propostas devem ir à concertação social. [Mas] se vão no sentido das nossas propostas então devem ser aprovadas o mais rapidamente possível. Já deviam ter sido."

in Jornal de Negócios