A UGT apoia o SITEMA nesta sua justa luta para fazer cumprir um acordo livremente subscrito pelas partes. Este mau exemplo da TAP contribui de forma muito negativa para o diálogo social e para a contratação coletiva no nosso país. O SITEMA demonstrou total abertura e disponibilidade negocial.

É lamentável que tenha de recorrer aos tribunais para fazer cumprir o acordo estabelecido. Ontem mesmo, na audiência concedida pelo Senhor Presidente da República, a UGT abordou este dossier, na sequência,aliás, da carta entregue ao Primeiro Ministro, alertando para as consequências da má fé negocial.

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