13 outubro 2017
Secretário-geral analisa proposta do O.E para 2018
No dia da apresentação da proposta do Orçamento do Estado para 2018, o Secretário-geral da UGT afirmou em directo para a SIC Notícias, que este é um orçamento de continuidade, que mantém a reposição de rendimentos.
Para Carlos Silva “este não é o O.E da UGT”, contudo existem medidas positivas para 2018 como “o desbloqueamento das carreiras da administração pública”, “a integração de cerca de 3.500 professores no quadro do Estado”. Saudou também o aumento dos apoios sociais e o combate à precariedade.
A UGT considera positivo a reintegração de mais escalões de IRS, sobretudo para os trabalhadores de mais baixos rendimentos, contudo esta medida, segundo Carlos Silva “ficou aquém das expectativas da UGT”, já que a central sindical reivindicou os oito escalões de IRS, uma vez que a classe média, que foi “o grande responsável por assegurar nos anos de crise”, mantém a mesma carga fiscal o que nos “parece injusto”, afirmou.
“O horizonte que se abre em 2018 será de esperança, sendo um ano de consolidação orçamental, por um lado, e de devolução de rendimentos aos trabalhadores, reformados e pensionista, por outro”, considerou o sindicalista.
Em resposta ao ponto de situação sobre um possível acordo de concertação social, o líder da UGT mostrou-se confiante, afirmando que poderão existir “condições para este ano irmos além dos 580€ no aumento do salário mínimo”.
(Fonte: SIC Notícias)
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