Ontem, dia 24 de Janeiro, os portugueses deram mais uma lição de democracia, ao acorrerem às mesas de voto para exercerem o seu direito e dever cívico, elegendo o novo Presidente da República para o mandato 2021/2025.

A UGT saúda:

  • Os milhões de portugueses que decidiram afrontar o pânico provocado pela pandemia e contribuíram, uma vez mais, para a consolidação do nosso regime democrático, com elevado civismo e responsabilidade democrática;
  • todas as mulheres e homens que se disponibilizaram para assegurar o normal funcionamento das mesas de voto, dando um exemplo de cidadania inigualável em tempos de crise sanitária;
  • todos os profissionais de saúde, de segurança e de proteção civil que se mantiveram na linha da frente no combate sem tréguas ao coronavírus;
  • os candidatos e as candidatas ao cargo de Presidente da República de Portugal;
  • o Presidente reeleito, Professor Marcelo Rebelo de Sousa, que mereceu a aprovação e, consequentemente, a confiança reiterada pela grande maioria dos eleitores portugueses, face à forma como desempenhou o mais alto cargo de magistrado da Nação no mandato 2016/2021;

A UGT saúda, ainda, o discurso de vitória do Professor Marcelo Rebelo de Sousa, ao eleger o combate à pandemia como a sua grande prioridade deste final de mandato e início do novo, em articulação leal e institucional com a Assembleia da República, o Governo e os parceiros económicos e sociais, revelador dos princípios e valores da paz social, da estabilidade governativa e política que a esmagadora maioria dos portugueses aprova e ambiciona dos órgãos do edifício democrático português. 

A UGT reafirma que, a uma crise sanitária, NÃO PODEM juntar-se outras crises, sobretudo de índole política, ainda que todos tenhamos consciência que as consequências para a economia e para os trabalhadores serão graves. 

A UGT apela, neste primeiro dia após as eleições presidenciais, para o esforço de unidade nacional que deverá estar em primeiríssimo lugar no pensamento e na ação da classe política, empresarial e sindical, ao serviço dos portugueses – de todos os portugueses - e de Portugal.