"Bancário, socialista, católico, lidera há três anos a UGT. O homem que se propunha conseguir uma aproximação à CGTP foi inesperadamente apanhado por uma nova fase no mundo sindical. Pela primeira vez, a "rival" CGTP, habitualmente uma força de oposição, está em posição de influenciar políticas governativas, já que o partido de que é próxima, o PCP, é um dos suportes de António Costa no Parlamento.

Entretanto Carlos Silva prepara a maquina da UGT para o congresso de março de 2017, onde será eleito o novo líder. Ou o mesmo." - Visão

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